![]() |
| https://www.facebook.com/pstu16 |
Em
junho, o Brasil foi sacudido com mobilizações de rua que provocaram
mudanças no cenário político do país em várias capitais e até meteu medo em
muitos governos municipais. Agora, se discute política em casa, nas festas, no
trabalho... Pessoas que antes não tomavam conhecimento das lutas, tornaram-se
ativistas. Os governos ficaram na defensiva e as grandes empresas que dominam
esses governos ficaram apavoradas porque sentiram a ameaça de um processo
revolucionário no país.
Porém,
essa nova situação da luta de classes se concretiza em conjunturas diferentes.
As mobilizações diminuíram desde o final de julho e início de agosto. Seguem
mobilizações em defesa de inúmeras causas, mas, sem a massividade das passeatas
de junho ou das greves de 11 de julho. A relação de forças entre as classes
aberta em junho não se alterou na essência, mesmo com protestos menores. É isso
que explica a onda de ocupações de Câmaras e Assembleias país afora.
O
Partido dos Trabalhadores (PT) que cresceu pregando a seriedade e a
solução para tudo que se imaginasse, ao chegar à administração do capital,
tornou-se mais imoral e amoral que qualquer outro partido burguês que por lá
passou. Conseguiu institucionalizar a corrupção no Brasil. Virou tema de aula
de Geografia Tradicional: “é de norte a sul; de leste a oeste; é um
pântano só!”




