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segunda-feira, 29 de julho de 2013

A ESCOLA DA PONTE - UM MODELO DIFERENTE






Você, com certeza, já deve ter ouvido falar na famosa Escola da Ponte (Portugal), uma escola revolucionária, onde “todos trabalham com todos e nenhum aluno é aluno de um professor só, nem um professor é professor só de alguns alunos”. Uma escola onde a integração é total!

Como nos informa Dulcília Helena Schroeder Buitoni, em seu livro De volta ao quintal mágico (Editora Ágora):

"Na Escola da Ponte, a aprendizagem e o ensino são uma atividade comunitária; os alunos não são separados por classes ou idades, trabalham em grupos e desenvolvem pesquisas e projetos cujos temas foram por eles decididos."

O educador Brasileiro Rubem Alves escreveu um texto muito interessante sobre a referida escola. Você pode lê-lo AQUI. O idealizador da Escola da Ponte chama-se José Pacheco. O vídeo acima é uma palestra dele em Natal-RN.

Boa leitura!
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terça-feira, 23 de julho de 2013

A VIOLÊNCIA COMO UM ATRIBUTO DA MASCULINIDADE - LEITURAS


Editora Alameda


A violência com que o nosso modelo de civilização ataca o meio ambiente e a vida de nós todos nos leva à reflexão sobre a sua natureza, onde descobrimos seu inevitável componente de gênero, no caso o masculino como dominante. Mas a maioria de nós, quando olha as situações, não vai muito além dos raciocínios mais básicos, das fórmulas já prontas e estabelecidas, deixando, assim, de perceber outras origens e outras identidades da violência geral da qual é vítima. Como transformar significa, antes, compreender para significar e depois agir, resta-nos sempre cumprir o estudo e a observação, a análise e a discussão. E se podemos colher melhores frutos a partir de leituras feitas por cabeças que mergulham fundo nos mais diversos temas, que assim procedamos. Indicamos então um ótimo texto de Henrique Carneiro sobre a violência como um atributo (historicamente construído) da masculinidade, tema por demais atual: Violência nas guerras, nos duelos e no esporte: o vício do homem.
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domingo, 18 de novembro de 2012

"LER, ESCREVER E CONTAR NÃO BASTA" (Nilson José Machado)

Entre a carreira de engenheiro, formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e a de professor de matemática, na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Nílson José Machado ficou com a segunda opção. Abandonou o ITA, após três anos, doutorou-se em Filosofia da Educação, também pela USP, e passou a lecionar na instituição em 1972. A princípio, formou estudantes no Instituto de Matemática e Estatística e na década seguinte migrou para a Faculdade de Educação. Machado tem diversos livros publicados, entre os quais, Ética e Educação, que traz 256 microensaios sobre os temas cidadania, pessoalidade, didática e epistemologia, recém-saído da gráfica, publicado pela Ateliê Editoral, e Educação, Competência e Qualidade, pela Editora Escrituras. Nesta entrevista, ele discorre sobre várias questões a respeito de um dos temas mais pertinentes a toda sociedade brasileira.

domingo, 16 de outubro de 2011

Campanha "10% do PIB para a Educação Pública Já!"

A educação é um direito fundamental de todas as pessoas. Possibilita maior protagonismo no campo da cultura, da arte, da ciência e da tecnologia, fomenta a imaginação criadora e, por isso, amplia a consciência social comprometida com as transformações sociais em prol de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a luta dos trabalhadores na constituinte buscou assegurá-la como “direito de todos e dever do Estado”.

No entanto, o Estado brasileiro, por expressar os interesses dos ‘donos do poder’, não cumpre sua obrigação Constitucional. O Brasil ostenta nesse início de século XXI, se comparado com outros países, incluindo vizinhos de América Latina, uma situação educacional inaceitável: mais de 14 milhões de analfabetos totais e 29,5 milhões de analfabetos funcionais (PNAD/2009/IBGE) – cerca de um quarto da população – alijada de escolarização mínima. Esses analfabetos são basicamente provenientes de famílias de trabalhadores do campo e da cidade, notadamente negros e demais segmentos hiperexplorados da sociedade. As escolas públicas – da educação básica e superior – estão sucateadas, os trabalhadores da educação sofrem inaceitável arrocho salarial e a assistência estudantil é localizada e pífia.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PROFESSOR NÃO É MOLEQUE! - E A GREVE CONTINUA...



Mesmo sob ameaças e mentiras do governador Cid Gomes, o destempero verbal de seu irmão problemático Ciro Gomes, a omissão dos deputados estaduais e a conivência do judiciário, os professores do Ceará mantêm erguida a bandeira da dignidade e da ousadia: GREVE GERAL - INTERIOR E CAPITAL!!!