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domingo, 18 de agosto de 2013

QUE CIDADES QUEREMOS NO FUTURO?







A cidade de Limoeiro do Norte já foi conhecida como “a terra das bicicletas”, e é verdade que havia muitas. Quem já se tinha por gente antes dos anos 90 sabe muito bem do que estamos falando. Em boa parte dos lares limoeirenses, a bicicleta se fazia presente, servindo aos pais e aos filhos numa democracia que se estendia à convivência das ruas. Mas, eis que “evoluímos” para o uso intenso de carros e motos, com as decorrentes vantagens e desvantagens. Perguntamos: estamos no caminho certo?

Um dos entusiastas do uso da bicicleta como meio de transporte alternativo ao caos geral é o músico David Byrne, ex-vocalista e guitarrista da banda inglesa Talking Heads. Byrne tem um livro, Diários de Bicicleta, onde aborda o assunto, e foi o idealizador do Fórum Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade, ocorrido em 2011 na capital paulista. O vídeo acima, do Fórum supracitado, é muito interessante e abre muitas idéias acerca do assunto. Apesar do foco ser a capital paulista, nos serve de reflexão para os lugares em que vivemos, afinal mobilidade é um assunto na pauta de todas as urbes.

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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

domingo, 28 de julho de 2013

A ACEITAÇÃO PASSIVA DA VIOLÊNCIA QUE NOS DESTRÓI





Há uma banalização da violência de tal forma que muitos dentre nós já se apegam somente às estatísticas como forma de interpretação dos fatos, quando estas expressam apenas um dado matemático que carece, para gerar sabedoria, ser interpretado à luz dos nossos sentimentos, da nossa responsabilidade como cidadãos e da responsabilidade do poder público. Se em nossos municípios o número de homicídios aumentou consideravelmente, faz-se necessária uma compreensão do que está acontecendo, esforço esse que deve ser de todos, e no sentido de desvelar as verdades que estão ocultas por trás de tão nefastos acontecimentos.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A FAVELIZAÇÃO DO MUNDO REFLETE CONCRETAMENTE A GRAVE DETERIORAÇÃO DO SISTEMA CAPITALISTA



As cidades, se não bem planejadas, em vez de crescer, acabam por inchar. Mas se alguém supõe não haver nisso também um planejamento, uma premeditação, está errado. Ao menos no sentido do que os capitalistas projetam (um planejamento de classe, pois!), podemos sim falar em ordenamento de espaço. E esse modelo tem, na base, um nome, no mínimo, um: exclusão. A quem tem os meios de produção, não basta roubar a alma, é preciso também corroer a carne, fechar o trânsito dos corpos, enjaulá-los em rotinas e restringir-lhes, se possível, a abundância de ar. Sim, os seres humanos precisam de ar para desanuviarem suas energias, precisam de espaço e de liberdade. Não basta morar, pois que é preciso viver. E é desarticulando e enlouquecendo as pessoas, no caos de um ordenamento opressor do espaço físico, que o controle sobre elas também se opera: ora apenas como a lógica rasa de conduzir um rebanho; ora como força máxima da violência que a tudo é capaz de descartar, sem maiores escrúpulos. Se os capitalistas têm de jogar populações inteiras na rua, na lama, na miséria, assim o fazem.

Daniela Mussi, no Blog da Convergência, nos brinda com interessante texto acerca da favelização ocorrida nos Estados Unidos da América: Tent-cities: a favelização no coração do capitalismo.

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* Filie-se ao PSTU

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

EM QUE BRASIL VOCÊ VIVE?


Ter uma visão o mais realista possível do nosso país, mesmo que nela apareçam dados cruéis e difíceis de agüentar, não significa, necessariamente, pensar sem esperança, mas pensar a esperança pessoal a coletiva a partir do que de fato existe. O que não vale é tomar a lamúria, o oportunismo e o imediatismo, ou a ilusão, por posturas políticas consequentes.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OS INDESEJADOS DO BRASIL: HISTÓRIAS REAIS DE SEM-TETO

A realidade dos sem-teto do Rio de Janeiro

Dos embates da grande mídia com o governo federal, o que muito podemos saber é que se trata de cada qual defendendo o seu, construindo e desconstruindo “verdades” sobre a realidade brasileira, quando, de fato, esta é mais densa e mais complexa que o que dizem os atores dos referidos embates. A mídia é pessimista em relação ao governo e o governo é triunfalista em relação às suas próprias ações, mesmo quando desastrosas. E nós, os brasileiros todos, como ficamos nessa?